Política
Justiça Eleitoral torna Ratinho réu por violência política contra deputada após ofensas em rádio
São Paulo — A Justiça Eleitoral de São Paulo recebeu denúncia do Ministério Público Eleitoral (MPE) e tornou o apresentador Carlos Roberto Massa (Ratinho) réu por violência política contra a mulher, prevista no artigo 326-B do Código Eleitoral. A decisão, proferida pela 1ª Zona Eleitoral em 8 de abril, decorre de ofensas dirigidas à deputada federal Natália Bastos Bonavides (PT-RN) durante programa de rádio veiculado em 15 de dezembro de 2021, na Massa FM. Os promotores pedem que a Justiça fixe em R$ 1 milhão a reparação por danos morais à parlamentar. A assessoria do apresentador foi procurada, mas não respondeu até a última atualização das reportagens sobre o caso.
Entenda o caso
- Na transmissão de 15 de dezembro de 2021, ao criticar um projeto de lei em discussão na época, Ratinho afirmou no ar: “Natália, você não tem o que fazer, minha filha? Vá lavar roupa, costura a calça do teu marido, a cueca dele… Porque isso é uma imbecilidade querer mudar esse tipo de coisa”, seguido de “vem essa imbecil pra fazer esse tipo de coisa!”, além de “a gente tinha que eliminar esses loucos. Não dá pra pegar uma metralhadora?” e “feia do capeta também, nossa senhora”.
- Segundo o MPE, as declarações tiveram o objetivo de constranger e humilhar a deputada, utilizando menosprezo e discriminação à sua condição de mulher, com a finalidade de dificultar o desempenho do mandato eletivo.
- Ao receber a acusação, o juiz eleitoral Tiago Ducatti Lino Machado destacou que a denúncia descreve “de forma pormenorizada o fato criminoso, indicando o dia (15 de dezembro de 2021), o meio empregado (programa de rádio na emissora Massa FM), o contexto (críticas a um projeto de lei) e as circunstâncias da conduta, com a transcrição literal das expressões supostamente delituosas”. O magistrado registrou ainda que o próprio apresentador, em depoimento policial, confirmou a autoria das declarações e alegou tratar-se de seu “estilo” e estratégia para gerar audiência — justificativas que, segundo o juiz, dizem respeito ao mérito e serão analisadas na instrução, “sob o crivo do contraditório”, não afastando a admissibilidade da acusação nesta fase.
O que diz a lei
- O crime de violência política contra a mulher foi tipificado pela Lei 14.192/2021, que alterou o Código Eleitoral para incluir o artigo 326-B. O dispositivo define como crime “assediar, constranger, humilhar, perseguir ou ameaçar, por qualquer meio, candidata a cargo eletivo ou detentora de mandato eletivo, com a finalidade de impedir ou dificultar a campanha eleitoral ou o desempenho de seu mandato”. A pena prevista é de reclusão de 1 a 4 anos e multa.
- No mesmo processo (Ação Penal Eleitoral nº 0600018-65.2022.6.26.0002), o MPE requereu que, em caso de condenação, seja fixada a reparação mínima por danos morais à vítima no valor de R$ 1 milhão, com base no artigo 387, inciso IV, do Código de Processo Penal.
Quem são os envolvidos
- Ratinho é apresentador do SBT, empresário e dono do Grupo Massa, com atuação em rádio, TV e outros negócios. Ficou nacionalmente conhecido pelo Programa do Ratinho, exibido desde os anos 1990, e é pai do governador do Paraná, Ratinho Júnior.
- Natália Bonavides é deputada federal pelo PT do Rio Grande do Norte, reeleita em 2022. Advogada, iniciou a trajetória na política como vereadora em Natal, tendo atuação destacada em pautas de direitos sociais.
Próximos passos do processo
- Com a denúncia recebida, a ação penal segue para a fase de instrução, quando serão produzidas provas e ouvidas testemunhas. Ao final, o juízo decidirá pela condenação ou absolvição. Até aqui, não há decisão de mérito e prevalece a presunção de inocência.
O que disseram as partes
- O MPE de São Paulo confirmou o recebimento da denúncia pela 1ª Zona Eleitoral e os pedidos formulados no processo.
- A defesa de Ratinho não se manifestou até a publicação das primeiras reportagens sobre o caso. Em depoimento, segundo decisão judicial, o apresentador confirmou a autoria das falas e alegou que se tratavam de seu “estilo” e de busca por audiência.
Análise Revista Oi
A decisão de recebimento da denúncia é relevante por reafirmar a aplicação do artigo 326-B do Código Eleitoral e por delimitar que ataques misóginos dirigidos a mulheres no exercício do mandato podem ultrapassar o limite da liberdade de expressão e configurar crime eleitoral. Em um ambiente de debate público frequentemente marcado por hostilidade e desinformação, o caso tende a servir de baliza para comunicadores e agentes políticos, reforçando que a crítica política é legítima, mas não autoriza a humilhação baseada em gênero nem a incitação à violência.
Fontes e contexto
- Decisão da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo que recebeu a denúncia do MPE (8 de abril).
- Ministério Público Eleitoral de São Paulo: nota sobre o recebimento da denúncia e pedido de reparação de danos.
- Reportagem do g1 sobre o caso.
- Lei 14.192/2021 e artigo 326-B do Código Eleitoral (texto legal de referência).
- Perfis públicos dos envolvidos (Ratinho e Natália Bonavides) para contextualização.
Política
Relatório da CPI do Crime faz enfrentamento político ao STF e recebe críticas no tribunal
Brasília — O relatório final da CPI do Crime Organizado elevou o tom do confronto político com o Supremo Tribunal Federal (STF) ao propor o indiciamento, por supostos crimes de responsabilidade, dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet. A medida, defendida pelo relator, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), sob a justificativa de que decisões dessas autoridades teriam dificultado ou até impedido investigações da comissão, provocou reação dentro do próprio Supremo e dividiu o Senado. No desfecho, o texto foi rejeitado pela CPI nesta terça-feira (14), último dia de funcionamento do colegiado, por 6 votos a 4, segundo Folha de S.Paulo, G1 e CNN Brasil.
O que estava em jogo
- No documento final, Vieira sustentou que houve obstruções às diligências da CPI, incluindo a anulação de quebras de sigilo aprovadas pelo colegiado. Na esteira dessa avaliação, o relator pediu o indiciamento dos três ministros do STF e do PGR Paulo Gonet por supostos crimes de responsabilidade e encaminhamento de pedidos de impeachment — medidas de caráter político que, se acolhidas, dependeriam de tramitação no Senado e das instâncias competentes do Ministério Público. O Senado divulgou em nota o teor das recomendações do relator.
- O relatório também dedicou capítulos ao chamado “caso Master”, envolvendo o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro. Documentos recebidos pela CPI e reportados pelo G1 indicam que, entre 2017 e 2025, Master e Vorcaro aplicaram R$ 12,2 bilhões em fundos de investimento e que, em dez anos, Vorcaro movimentou R$ 18,1 bilhões em contas próprias, segundo a Receita Federal. A comissão também obteve quatro anos de declarações de IR do banco, cuja análise não foi concluída antes do encerramento dos trabalhos.
Reações no Senado e no STF
- A decisão de incluir autoridades do topo do Judiciário e da PGR incendiou o ambiente político. No Senado, aliados de Alessandro Vieira exaltaram o que chamaram de “coragem” de enfrentar ministros do Supremo; críticos afirmaram que o relator extrapolou as prerrogativas da CPI ao personalizar o embate e deslocar o foco do objeto original da investigação — o crime organizado e sua infiltração em instituições do Estado.
- A base governista foi orientada a votar contra o relatório, movimento que, como observou a própria oposição, também atinge diagnósticos e recomendações de mérito sobre o caso Master e o avanço das organizações criminosas. A articulação resultou na derrota do texto por 6 a 4 e no encerramento da CPI sem relatório aprovado, de acordo com Folha, G1, CBN e TV Senado.
- No STF, a ofensiva foi recebida com críticas em parte do tribunal, em meio a um clima já tenso entre os Poderes. Integrantes da Corte discutem, segundo relatos da imprensa, apoiar iniciativas para “enquadrar” CPIs, impondo punições por vazamento de dados sigilosos e reforçando limites às quebras de sigilo sem fundamentação robusta.
Contexto político mais amplo
- A disputa espelha o recrudescimento da tensão entre Legislativo e Judiciário. No Congresso, parlamentares cogitam retomar, após as eleições, uma pauta de reforma do Judiciário. Setores bolsonaristas, por sua vez, indicam que tentarão emplacar pedidos de impeachment contra ministros do STF — instrumentos de baixa probabilidade de avanço, mas de alto impacto político.
- Alessandro Vieira, ex-delegado da Polícia Civil em Sergipe, eleito senador em 2018 e hoje no MDB, construiu sua trajetória com bandeiras de combate à corrupção e defesa de investigações, perfil que embasa sua narrativa de que o confronto travado no relatório mira “condutas específicas” de autoridades, não o STF como instituição.
O caso Master e o que fica
- A CPI colecionou dados financeiros volumosos ligados ao Banco Master e a Daniel Vorcaro, mas não concluiu a análise técnica dos materiais antes do prazo final. Sem relatório aprovado, perde-se o efeito político-jurídico típico de CPIs — a consolidação de recomendações e encaminhamentos formais a órgãos de controle e ao Ministério Público. Ainda assim, as informações obtidas podem ser acessadas pelas autoridades competentes para apurações próprias.
Análise da Revista Oi
- A estratégia de levar ao relatório um embate direto com o STF deslocou o eixo da CPI do seu objeto — o enfrentamento ao crime organizado — para a arena da disputa institucional. O cálculo político mobilizou bases e produziu manchetes, mas, na prática, contribuiu para o esvaziamento do legado do colegiado: ao rejeitar o texto, senadores também enterraram propostas e achados que poderiam fortalecer políticas públicas e investigações sobre a infiltração do crime nas instituições e sobre o caso Master.
- O episódio tende a prolongar a crise de confiança entre Poderes e a alimentar agendas reativas: pedidos de impeachment com baixa chance de prosperar, propostas de reforma do Judiciário em busca de tração pós-eleitoral e iniciativas no STF para endurecer a governança das CPIs.
Próximos passos
- Com o fim da CPI sem relatório, o tema migra para outras frentes: iniciativas individuais de senadores, pedidos ao Ministério Público com base em documentos já coletados e possíveis ações no Supremo sobre regras e limites de CPIs. No curto prazo, o saldo é político: a CPI termina simbolizando mais o embate entre Poderes do que o avanço técnico no combate ao crime organizado — um custo que, pelos sinais de hoje, ainda será cobrado na próxima temporada legislativa.
Fontes
G1, Folha de S.Paulo, CNN Brasil, CBN, TV Senado, Estadão; biografia de Alessandro Vieira (Wikipedia). Todas as informações citadas constam de reportagens publicadas em 14/4/2026 ou anteriores e de perfis públicos.
Política
José Guimarães toma posse nesta terça e assume articulação política do governo no Congresso
Brasília — 14 de abril de 2026
O deputado federal José Guimarães (PT-CE) tomou posse nesta terça-feira (14) como ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), órgão responsável pela interlocução do Palácio do Planalto com o Congresso Nacional e os demais Poderes. Ex-líder do governo na Câmara, Guimarães substitui Gleisi Hoffmann, que deixou o cargo no início do mês para disputar uma vaga no Senado pelo Paraná, confirmaram o Planalto e reportagens publicadas nesta manhã (G1 e Gov.br).
Quem é o novo articulador do Planalto
- Perfil: José Nobre Guimarães, 67 anos, é advogado e deputado federal pelo Ceará. Filiado ao PT desde 1985, foi líder do governo na Câmara em diferentes momentos e acumula décadas de atuação em negociação parlamentar. Eleito pela primeira vez à Câmara em 2006, foi reeleito sucessivamente (Wikipedia).
- Histórico recente: Guimarães já havia sido cogitado para assumir a SRI em 2025, quando Alexandre Padilha deixou a pasta; à época, Lula optou por Gleisi Hoffmann por ser um nome de confiança direta (G1, 28/2/2025). Agora, com a saída de Gleisi para a corrida ao Senado, o deputado cearense retorna ao centro da articulação com “trânsito” entre bancadas, especialmente no centrão, como apontou a Folha de S.Paulo.
- Nota de contexto: Um episódio que marcou sua trajetória foi o caso conhecido como “dólares na cueca” (2005), envolvendo um assessor. Guimarães não foi denunciado pelo STJ por falta de provas, e o processo foi concluído anos depois (Wikipedia). O registro é relevante ao histórico público do novo ministro, mas não impediu sua ascensão a postos-chave de liderança no Congresso.
O que faz a SRI e por que o cargo é estratégico
A SRI ocupa posição central para viabilizar a agenda do Executivo no Legislativo: negocia propostas de interesse do governo, estrutura votações e busca construir maioria parlamentar. No terceiro mandato de Lula, a secretaria esteve inicialmente com Alexandre Padilha e, após a transferência dele para o Ministério da Saúde, passou a Gleisi Hoffmann. Com a nova mudança, Guimarães assume a missão de manter um canal estável com Câmara e Senado em um ano eleitoral.
Pautas prioritárias e o cronograma do governo
- Fim da escala 6×1: O Planalto pretende enviar nesta semana um projeto de lei que altera a jornada de trabalho e põe fim à escala 6×1, bandeira que o presidente Lula tem destacado como prioritária (G1, O Globo e CNN Brasil, 13/4). A iniciativa chega em meio à busca por medidas de apelo popular.
- Agenda econômica: Lula tem recorrido, em discursos, a resultados de seu mandato para reforçar a marca do diálogo institucional, citando a aprovação da Reforma Tributária (promulgada em 2023; etapa de regulamentação em curso) e a proposta de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil, que o governo ainda tenta consolidar no Congresso (fontes oficiais e imprensa).
Desafios na relação com o Congresso
Apesar de acenos ao diálogo, o Planalto enfrenta resistência de uma maioria não alinhada integralmente ao governo desde o início do mandato. Em 2024, a relação entre Executivo e Legislativo atravessou um período de forte desgaste. À época na SRI, Alexandre Padilha teve embates públicos com o então presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que chegou a classificá-lo como “desafeto pessoal” e “incompetente” (G1, 11/4/2024). Um dos picos de tensão ocorreu durante a votação que manteve a prisão do deputado Chiquinho Brazão, no caso Marielle Franco; a atuação do governo pela manutenção da prisão foi interpretada por Lira como interferência do Executivo no Legislativo. Com a ida de Padilha para a Saúde, Gleisi Hoffmann adotou um tom mais moderado, reabrindo pontes com líderes partidários — movimento que agora terá continuidade sob Guimarães.
O que muda com Guimarães
- Estilo e capital político: Ex-líder do governo na Câmara, Guimarães conhece o rito das votações, fala a linguagem das bancadas e carrega histórico de negociação em pautas complexas. Em ano eleitoral, esse perfil tende a reduzir atritos e facilitar composições pontuais, especialmente em temas de apelo social.
- Base e prioridades: O teste imediato será transformar essa capilaridade em votos para aprovar o fim da escala 6×1 e proteger prioridades econômicas e fiscais em tramitação. Também pesará sua habilidade em manter estabilidade na relação com os comandos da Câmara e do Senado.
Análise — o recado político da escolha
Na avaliação da Revista Oi, a nomeação de José Guimarães sinaliza que Lula aposta em um articulador com experiência de plenário e capacidade de diálogo com o centrão para recuperar tração legislativa às vésperas de um ciclo eleitoral decisivo. O sucesso da estratégia dependerá menos de discursos e mais da construção de uma maioria funcional, tema em que a biografia parlamentar de Guimarães é um ativo — mas não uma garantia. O ambiente fragmentado e as disputas internas por espaço e emendas seguem como obstáculos concretos.
Próximos passos
Guimarães inicia a agenda com reuniões com líderes partidários em Brasília, enquanto o Planalto prepara o envio do projeto que altera a jornada 6×1. A forma como o novo ministro conduzir essas primeiras negociações será um termômetro da capacidade do governo de organizar sua base e aprovar prioridades no curto prazo.
Fontes
G1 (14/4/2026 e 11/4/2024), Gov.br (nota de posse), Folha de S.Paulo (perfil e bastidores), O Globo e CNN Brasil (pauta do fim da escala 6×1), Wikipedia (perfil biográfico).
Política
Escravos da Fé: Mito ou Distorção Sobre os Arautos do Evangelho?
A expressão “escravos da fé” passou a ser utilizada em debates envolvendo grupos religiosos, especialmente quando se fala sobre os Arautos do Evangelho, um movimento católico conhecido por sua disciplina e espiritualidade intensa.
Mas será que essa expressão descreve realmente a realidade do grupo? Ou estamos diante de uma interpretação distorcida da tradição religiosa?
Neste artigo vamos analisar o contexto por trás dessa polêmica.
Quem são os Arautos do Evangelho?
Os Arautos do Evangelho são uma associação internacional de fiéis da Igreja Católica fundada no Brasil no final do século XX.
O movimento atua principalmente em:
-
evangelização
-
formação religiosa de jovens
-
atividades missionárias
-
projetos culturais e educacionais
Eles se tornaram conhecidos pelo estilo tradicional de espiritualidade e pelo forte senso de comunidade.
Hoje, o movimento está presente em diversos países e mantém parcerias com paróquias e dioceses.
Por que surgiu a expressão “escravos da fé”?
Alguns críticos passaram a usar o termo “escravos da fé” para descrever o nível de disciplina dentro do movimento.
Segundo essas críticas, a estrutura hierárquica e a forte orientação espiritual poderiam levar seguidores a uma obediência excessiva.
No entanto, muitos especialistas em religião afirmam que essa interpretação ignora completamente o contexto histórico da linguagem espiritual cristã.
A tradição de “escravidão espiritual” no cristianismo
Dentro da espiritualidade católica, a expressão “ser escravo de Deus” existe há séculos.
Ela aparece principalmente na tradição de consagração mariana ensinada por São Luís Maria Grignion de Montfort.
Nesse contexto, a palavra “escravo” representa:
-
entrega total a Deus
-
humildade espiritual
-
abandono do egoísmo
Portanto, trata-se de uma linguagem simbólica utilizada na espiritualidade cristã, e não de uma forma de controle humano.
Disciplina religiosa é algo incomum?
Não.
Diversas tradições religiosas possuem rotinas e regras de vida bastante estruturadas.
Isso acontece, por exemplo, em:
-
mosteiros cristãos
-
comunidades budistas
-
ordens religiosas tradicionais
Nesses ambientes, a disciplina espiritual é vista como um caminho para crescimento interior.
Conclusão
A expressão “escravos da fé”, quando aplicada aos Arautos do Evangelho, pode gerar interpretações equivocadas se não for analisada dentro do contexto religioso.
A tradição cristã sempre utilizou esse tipo de linguagem como símbolo de devoção profunda, e não como sinal de submissão abusiva.
Por isso, entender o contexto histórico e espiritual é essencial para interpretar corretamente esse debate.
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